Porque desospitalizar

um paciente?

A desospitalização de pacientes é uma tendência mundial. Em países onde os cuidados à saúde são bem planejados, como Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos, a utilização da infra-estrutura de um grande hospital acontece apenas nos períodos mais críticos da enfermidade.

Por exemplo, um paciente que sofre um acidente vascular cerebral (AVC) beneficia-se da UTI, em média, nos primeiros cinco dias após o evento. Após este período, quando ocorre a estabilização dos sintomas neurológicos, o paciente é transferido para uma unidade de menor complexidade (semi-intensiva) e, na sequência, para o quarto, apesar de continuar hospitalizado.

Nesse sistema, a recuperação do paciente ou a manutenção de suas funções poderá ocorrer fora do hospital, em uma unidade domiciliar.